Eis o resto trechos da carta endreçada pelo presidente do Corcas:
Estes líderes que procuram apenas aproveitar plenamente e perpetuar a manutenção do seu aparelho de segurança sobre os campos.
Para o efeito, chamamos o HCR e o PMA a tomarem o controle da totalidade do processo da ajuda humanitária, ou seja: o encaminhamento, o armazenamento, as chaves das lojas de armazenamento, a guarda e a distribuição destas ajudas humanitárias, e que o Polisario deve em caso algum intervir à algum nível que seja nesta operação.
Chamando igualmente estes organismos a enviar inspectores onde esta essas ajudas para ver onde elas são vendidas fraudulentamente, diariamente e maciçamente, contrariando e deshonrando as pessoas que devem beneficiar destas ajudas, neste caso os habitantes dos campos de Tindouf.Em fim tem que obrigar o Polisario a deixaros retidos dos campos de Tindouf a voltarem a viver suas vidas e não utilizà-los como arma política.
Tanto mais que isto esta sendo divulgado pelas fontes dignas de fé, que os líderes do Polisario têm dado ultimamente ordem a todas as famílias dos retidos dos campos de Tindouf (abordados tenda por tenda), aquando da recente visita da comissão conjunta do PMA e do HCR, que queria desviar a situação do caso alimentar dos retidos dos campos, para dizer que sofrem de fome e miséria absolutos.
Os mesmos líderes do Polisario pediram à polícia argelina de Tindouf que fizesse desaparecer todas as mercadorias e produtos alimentares destinados aos retidos dos campos e vendidos habitualmente e diariamente à população local de Tindouf.
A ordem foi dada neste sentido, pela polícia argelina aos comerciantes para dissimular estes produtos do mercado local, nomeadamente do souk semanário da Sexta-feira de Tindouf, sob penalidade de sanções severas. De acordo com as afirmações dos habitantes dos campos dos retidos, os líderes do Polisario esvaziaram as lojas e os lugares de armazenamento de mercadorias e de produtos alimentares, transportando-o distante no deserto, a fim de esconder-o antes da chegada da referida comissão e mostrar assim uma situação de miséria que reina nos acampamentos.
E isto com o objectivo de evitar qualquer tentativa de diminuição das ajudas dadas por os referidos organismos e de fazer-o corresponder ao número exacto de retidos nos campos.
Os tempos alteraram bem, deve-se agora comprometer-se sobre a via da autonomia para permitir a estes cidadãos sahraouis viver dignement em condições decentes, de efectuar uma vida normal sem estar a sofrer a chantagem absoluto sendo eles devem estar sendo gozando plenamente dos seus direitos políticos, económicos, sociais e culturais como qualquer cidadào designadamente.
A nova operação do Polisario pode ser interpretada apenas como uma tentativa desesperada de desviar a atenção sobre as acções totais que visam desbloquear a situação através de uma solução política definitiva da pergunta do Sara, cujo o pedestral não é outro que o projecto de autonomia, sob soberania marroquina, proposto pelo Marrocos, em resposta às chamadas da comunidade internacional.
Permanecemos a vossa inteira disposição para qualquer informação que possa ajudar a fazer instaurar toda a verdade sobre os fatos.
Queiram aprovar, o Sr., a expressão do nosso respeituoso e mais profundo sentimento.
Assinado: M. Khalihenna Ould Errachid, Presidente do CORCAS
Para o efeito, chamamos o HCR e o PMA a tomarem o controle da totalidade do processo da ajuda humanitária, ou seja: o encaminhamento, o armazenamento, as chaves das lojas de armazenamento, a guarda e a distribuição destas ajudas humanitárias, e que o Polisario deve em caso algum intervir à algum nível que seja nesta operação.
Chamando igualmente estes organismos a enviar inspectores onde esta essas ajudas para ver onde elas são vendidas fraudulentamente, diariamente e maciçamente, contrariando e deshonrando as pessoas que devem beneficiar destas ajudas, neste caso os habitantes dos campos de Tindouf.Em fim tem que obrigar o Polisario a deixaros retidos dos campos de Tindouf a voltarem a viver suas vidas e não utilizà-los como arma política.
Tanto mais que isto esta sendo divulgado pelas fontes dignas de fé, que os líderes do Polisario têm dado ultimamente ordem a todas as famílias dos retidos dos campos de Tindouf (abordados tenda por tenda), aquando da recente visita da comissão conjunta do PMA e do HCR, que queria desviar a situação do caso alimentar dos retidos dos campos, para dizer que sofrem de fome e miséria absolutos.
Os mesmos líderes do Polisario pediram à polícia argelina de Tindouf que fizesse desaparecer todas as mercadorias e produtos alimentares destinados aos retidos dos campos e vendidos habitualmente e diariamente à população local de Tindouf.
A ordem foi dada neste sentido, pela polícia argelina aos comerciantes para dissimular estes produtos do mercado local, nomeadamente do souk semanário da Sexta-feira de Tindouf, sob penalidade de sanções severas. De acordo com as afirmações dos habitantes dos campos dos retidos, os líderes do Polisario esvaziaram as lojas e os lugares de armazenamento de mercadorias e de produtos alimentares, transportando-o distante no deserto, a fim de esconder-o antes da chegada da referida comissão e mostrar assim uma situação de miséria que reina nos acampamentos.
E isto com o objectivo de evitar qualquer tentativa de diminuição das ajudas dadas por os referidos organismos e de fazer-o corresponder ao número exacto de retidos nos campos.
Os tempos alteraram bem, deve-se agora comprometer-se sobre a via da autonomia para permitir a estes cidadãos sahraouis viver dignement em condições decentes, de efectuar uma vida normal sem estar a sofrer a chantagem absoluto sendo eles devem estar sendo gozando plenamente dos seus direitos políticos, económicos, sociais e culturais como qualquer cidadào designadamente.
A nova operação do Polisario pode ser interpretada apenas como uma tentativa desesperada de desviar a atenção sobre as acções totais que visam desbloquear a situação através de uma solução política definitiva da pergunta do Sara, cujo o pedestral não é outro que o projecto de autonomia, sob soberania marroquina, proposto pelo Marrocos, em resposta às chamadas da comunidade internacional.
Permanecemos a vossa inteira disposição para qualquer informação que possa ajudar a fazer instaurar toda a verdade sobre os fatos.
Queiram aprovar, o Sr., a expressão do nosso respeituoso e mais profundo sentimento.
Assinado: M. Khalihenna Ould Errachid, Presidente do CORCAS
www.corcas.com
www.sahara-online.net
www.sahara-developpement.com
www.sahara-villes.com
www.sahara-social.com
www.sahara-culture.com
